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Cartilagens


Foi na cartilagem das tuas penas que a viagem se escreveu, cíclica e insistente como a vaga e apagando o rasto atrás de si.

As epifanias, embora diárias, eram dadas de comer aos cães alados pela calada da madrugada.

Bestial criatura

Eu não disse que a menina Kawasaki gostava tanto de mochos quanto eu? E este é só um dos exemplos. Mais para a frente irão ver outros, tão ou mais fascinantes do que esta imagem aqui à nossa esquerda.

Há qualquer coisa de enigmático nos seus movimentos, qualquer coisa de estático no seu olhar que fascina quem os observa. Da penugem ao bico, das garras às recolhidas asas, todo ele é um mistério por resolver. Porque será então que tanta e tão boa gente o maldiz? Isto deixa-me desconcertado!

Ai, Srs. Mochos, porque gosto tanto de Vós?

Coração Desonesto


Isto de se andar a saltar de link em link acaba por dar os seus frutos. Há dias deparei-me com o assombroso trabalho desta Audrey Kawasaki e hoje decidi-me a partilhá-lo convosco. Os seus trabalhos revelam uma mistura de Arte Nova e Manga com resultados tão estilizados quanto oníricos e embora seja uma artista ainda jovem, conta já com um portfolio de reputação internacional com exposições esgotadíssimas.

E pelos vistos, gosta tanto de mochos quanto eu, como verão mais para a frente. Audrey Kawasaki. Registem bem o nome.


gaveta de arrumos